terça-feira, 30 de novembro de 2010

COP16 quer soluções contra as mudanças climáticas


O cenário é a paradisíaca Cancún, os personagens representam 193 países, mas o final do filme intitulado 16ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP16) é incerto. A cúpula climática que começou nesta segunda-feira, 29 de novembro, não carrega o peso que ajudou a tornar a antecessora um dos maiores fracassos da história da diplomacia mundial, no que se refere a possibilidade de se obter um novo acordo com peso lei capaz de substituir o Protocolo de Kyoto (que expira em 2012), mas pode ser fundamental para que este provável futuro tratado seja estabelecido.
Uma das principais expectativas para o evento é que os compromissos de financiamento para ações de combate e adaptação às mudanças climáticas nos países em desenvolvimento possam ser institucionalizados. Em 2009, os países ricos se comprometeram a repassar US$ 30 bilhões até 2012 e criar um financiamento em longo prazo para chegar a investimentos de US$ 100 bilhões anuais em 2020, mas até agora a promessa não saiu do papel.

A regulamentação do mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (Redd, na sigla em inglês) deve avançar e pode ser o único ponto da negociação climática que será fechado em Cancún. Embora as metas de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa estejam em pauta na reunião, a tendência é de que uma definição sobre o tema só ganhe corpo na COP17, que será realizada em 2011, na África do Sul.

Uma das principais razões para o adiamento tem nome: Estados Unidos da América - um dos maiores poluidores do mundo. O país ainda não conseguiu aprovar um pacote com medidas sobre o clima, fator que ajuda a emperrar as negociações.

Fonte: Msn

Candidatura de Paulo Maluf será julgada hoje

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga hoje o registro de candidatura do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP). Ele recebeu cerca de 500 mil votos no primeiro turno e estaria reeleito, mas como teve a postulação barrada com base na Lei da Ficha Limpa, sua votação foi considerada sem validade.

O relator do processo no órgão, ministro Marco Aurélio Mello, já havia negado a liberação do registro em decisão no dia 15 de outubro, argumentando que Maluf tinha perdido o prazo para recorrer no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). No julgamento desta noite, o que deve ser apreciado é a aplicabilidade da norma nas eleições deste ano.

O parlamentar teve a candidatura negada por causa de uma condenação na Justiça referente ao período em que foi prefeito de São Paulo, no fim da década de 1990. Os defensores jurídicos do parlamentar alegam que ele ainda tem direito a recurso em tribunal colegiado. Por enquanto, Paulo Maluf está impedido de ser diplomado e tomar posse.

Fonte: SRZD(modificado)

Barrado, Jader Barbalho renuncia ao mandato

A pouco mais de dois meses do fim do mandato, o deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA) pediu nesta terça-feira (30) a renúncia do cargo. Em uma carta endereçada ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), o deputado explica que deixa o posto por causa da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que o considerou inelegível, com base na Lei da Ficha Limpa.

Na eleição deste ano, Barbalho conseguiu 1,8 milhão de votos, o que garantiria uma vaga no Senado. No último dia 27 de outubro, porém, os ministros do STF empataram o julgamento de um recurso que apresentou contra decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que o havia barrado.

Em 2001, ele renunciou ao cargo de senador para fugir de processo de cassação por quebra de decoro parlamentar. Segundo a Ficha Limpa, o fato configura condição para a inegibilidade. A questão não era consensual no STF e vários ministros argumentavam que a lei não poderia ser aplicada neste ano. Mas diante do empate em 5 a 5, o tribunal acabou validando a decisão do TSE, instância inferior. Jader Barbalho foi o primeiro político a ser barrado com base na nova lei.

Na carta de renúncia, Jader chamou a posição do STF de "extravagante" por causa do empate. Classificou ainda a decisão de seguir o entendimento do TSE, tribunal inferior, de "absurda e grotesca".

No texto, Jader ainda destaca parecer do presidente do STF, Cezar Peluso, que havia votado a favor dele. O deputado cita frases de Peluso de que que a decisão era "inócua", "contra os princípios que defendo" e "contrária aos interesses da sociedade".

Jader termina a carta em um tom de protesto e prometendo continuar lutando para continuar na política.

- Retorno ao Pará para empreender minha luta, ainda acreditando na via judicial, para corrigir a violência política que sou vítima em plena democracia, junto com 1.800.000 paraenses, brasileiros, que não têm dúvida quanto a minha elegibilidade, e me escolheram como senador da República.

A renúncia ao mandato de deputado, que terminaria em fevereiro de 2010, pode ser uma manobra de Jader. Sem o cargo, ele perde foro privilegiado no STF e eventuais processos podem voltar à primeira instância. Recentemente, porém, o próprio STF condenou o ex-deputado Natan Donadon (PMDB-RO) que havia renunciado ao cargo um dia antes do julgamento.

A carta de Jader deve ser lida ainda hoje no plenário da Câmara. Depois disso, ele não poderá mais voltar atrás e amanhã, sua suplente, Ann Pontes (PMDB-PA), já deverá ser convocada para assumir o cargo.

Fonte: R7

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Quem se sentiu prejudicado poderá fazer nova prova do ENEM

A juiza da 7 vara federal do Ceará, Karla de Almeida Miranda Maia determinou nesta quarta-feira que todos os candidatos que fizeram o Exame Nacional de Ensino Médio 2010 (Enem) poderão fazer uma segunda prova desde que façam prévio requerimento administrativo ao Ministério da Educação (Mec).

A decisão acatou pedido do Ministério Público Federal do Ceará.

A juíza acabou com os planos do Mec de só aplicar de so contemplar os estudantes que fizeram prova de modelo amarelo oude cabeçalho invertido, ou ainda aqueles casos cujos contratempos tenham ficado registrado em ata pelos fiscais das provas.

Fonte: O Globo

TSE dá vaga na Câmara a candidato barrado pela ficha limpa

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Arnaldo Versiani considerou nesta sexta-feira (12) que o ex-prefeito de Santos Beto Mansur (PP), candidato a deputado federal nas eleições de outubro, não pode ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Mansur teve o registro negado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo e recorreu ao TSE. Cabe recurso à decisão.

Com a decisão, os votos recebidos por Mansur (65.397) são suficientes para que ele seja eleito para a Câmara. A mudança pode tirar a vaga de Vanderlei Siraque, do PT. Na noite desta sexta, o TSE não tinha informações de quem perderia a vaga para Mansur.
A assessoria jurídica do PT informou que era possível que ele fosse atingido pela decisão, mas a confirmação dependeria ainda de cálculos sobre a nova divisão do quociente eleitoral.

Ainda que isso ocorra, é possível que Siraque mantenha a vaga. De acordo com a assessoria do PT, um candidato do partido que teve 85 mil votos, o suficiente para elegê-lo, teve o registro barrado pelo TRE-SP porque o sistema judiciário expediu uma certidão dizendo que ele tinha ação na Justiça. Segundo a assessoria, o candidato era autor, e não réu, na ação. O caso ainda depende de julgamento.
O ex-prefeito de Santos teve o registro barrado pelo TRE devido a uma condenação pelo Tribunal de Justiça de São Paulo em ação popular que contestava o uso de recursos públicos para o envio de cartas sobre obras feitas na sua administração, em 2000. No mesmo ano, ele foi candidato à reeleição.

A ficha limpa prevê o veto ao registro de candidatura a políticos condenados por órgão colegiado, como o TJ. Na sua decisão, o ministro Arnaldo Versiani fundamenta sua decisão no artigo da lei que diz que o prazo de inelegibilidade nesse caso – abuso de poder político – tem duração de oito anos a contar do momento em que o político é eleito. Como a eleição se deu em 2000, a inelegibilidade teria vencido em 2008.
Fonte: G1

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Vestibulandos, Ficha Limpa pode cair no ENEM 2010

A três dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os candidatos devem se concentrar na leitura de jornais e revistas para se preparar para as questões de atualidades. A dica é de coordenadores de colégios paulistas que são campeões de notas altas.

Assuntos como meio ambiente e desastres naturais devem ser parte das questões do exame, no fim de semana. Entre os temas, vale a pena se lembrar de fatos como o terremoto no Haiti e o vazamento de petróleo no golfo do México. A Lei Ficha Limpa, adotada para as eleições deste ano e que causou polêmica jurídica, além de dados sobre violência urbana e exclusão social, também têm grande chance de ser inseridos na prova. No cenário internacional, dois assuntos bem cotados são a situação no Oriente Médio e as polêmicas em torno do venezuelano Hugo Chávez.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela elaboração do exame, não informa quando as questões foram fechadas, mas a chance de que as eleições presidenciais sejam incluídas é pequena. Professores dizem que têm mais chance de se dar bem os alunos que costumam se informar sobre atualidades em jornais , revistas e internet regularmente.

Vale a pena lembrar que o Ficha Limpa já foi assunto de redação em vestibulares.

Governador Agnelo diz que vai adotar os critérios da Ficha Limpa para nomear sua equipe

O governador eleito, Agnelo Queiroz, viajou na noite desta segunda-feira, dia 1º, com a família para uma praia na Bahia. Mas antes de embarcar, Agnelo manteve o ritmo da campanha.

Poucos julgamentos da Ficha Limpa vão mudar composição do Congresso

Cerca de 495 mil eleitores de São Paulo podem perder seus votos para deputado federal. Segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), 140 candidatos pelo Estado tiveram o registro de suas candidaturas barradas. Um deles é do ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP), que sozinho levou 304 mil votos. Caso sua candidatura seja aceita, além de Maluf continuar na Câmara, ele pode levar com ele alguns candidatos do mesmo partido. Por enquanto, o pedido que ele mandou à Justiça foi negado pelo ministro Marco Aurélio, do TSE, no dia 18 de outubro. Os outros juizes ainda vão analisar o caso, que ainda pode ser julgado pelos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Além de Maluf, meia dúzia de candidatos, que passam pela mesma situação poderão letrar outros parlamentares para o Congresso. Com isso, a composição final do Legislativo ainda está indefinida. São os recursos sobre a aplicação da Lei da Ficha Limpa que ainda tornam incertas as caras das Assembleias Legislativas, da Câmara dos Deputados e do Senado.

Com quase 700 mil votos, Anthony Garotinho (PR) foi o deputado federal mais votado do Rio de Janeiro. Ele concorreu graças a uma decisão judicial. No último dia 20 de outubro, o STF (Superior Tribunal de Justiça) manteve contra ele a validade de um processo de improbidade, que signfica irregularidade cometida por um administrador público.
O presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, disse não acrditar em mudanças radicais na lista dos parlamentares eleitos para tomar posse no próximo ano.

- Se analisarmos o quadro nacional, vamos verificar que esses problemas são pontuais. Majoritariamente, o Congresso Nacional está definitivamente composto e o resultado final dessas eleições não depende mais da Justiça Eleitoral, que já deu seu veredicto em relação a essa lei.

Na quarta-feira (27-10), o Supremo decidiu que o Ficha Limpa vale para quem renunciou a um mandato para escapar do processo de cassação, o que custou o mandato de Jader Barbalho (PMDB-PA), eleito com mais de 1,79 milhão de votos. Também ficou pelo caminho Paulo Roberto Galvão da Rocha (PT-PA) e seus 1,73 milhão de votos.

O ex-senador João Capiberibe (PSB) ganhou 130 mil votos nas urnas. No entanto, seus votos foram considerados nulos por conta da rejeição de seu registro. Por isso, Randolfe (PSOL) e Gilvam Borges (PMDB) foram considerados eleitos para o Senado, com 203 mil e 121 mil votos, respectivamente. A situação do Amapá se repete na Paraíba.

Mais de um milhão dos 2,7 milhões de paraibanos votou em Cássio Cunha Lima (PSDB), mas o ex-governador teve sua candidatura para o Senado barrada no último dia 22 de outubro. Ele responde pelos crimes de abuso de poder econômico e político nas eleições de 2006. Em seu lugar, foram eleitos Vitalzinho (PMDB), com 869 mil votos, e Wilson Santiago (PMDB), com 820 mil.

Fonte: R7

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Lei Ficha Limpa tem validade esse ano

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (27) que a Lei da Ficha Limpa vale para as eleições deste ano e se aplica a casos de renúncia de políticos a mandato eletivo para escapar de processo de cassação, mesmo nas situações ocorridas antes da vigência da lei. Diante do impasse causado pelo empate em 5 a 5, os ministros optaram por manter a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a norma.
“Quando um caso tem repercussão geral, a conduta da corte tem sido a de dar o mesmo destino para os casos semelhantes. Em tese, salvo alguma particularidade do caso concreto todos os demais casos assemelhados terão que ter o mesmo destino”, afirmou o presidente do TSE e ministro do STF, Ricardo Lewandowski.
Nas situações de candidatos com condenação por decisão colegiada de juízes ou entidade de classe, os recursos serão analisados caso a caso. “Há uma série de recursos, cerca de 12, que ainda serão julgados pelo Supremo e que dizem respeito a outras alíneas da lei. Cada caso é um caso e será examinado", disse Lewandowski.
O STF analisou nesta quarta o recurso do deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA),barrado na disputa a uma vaga de senador pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa. Mesmo com registro indeferido, Jader Barbalho recebeu 1.799.762 de votos e, caso não tivesse sido barrado, seria eleito em segundo lugar para uma vaga no Senado.
O deputado teve a candidatura questionada porque renunciou ao mandato de senador, em 2001, para evitar um processo de cassação em meio às investigações do caso que apurava desvios no Banpará e também por denúncias de envolvimento no desvio de dinheiro da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
O candidato sempre negou irregularidades. Sua defesa afirma que a renúncia não representou atentado à moralidade pública porque o então senador foi alvo apenas de denúncias publicadas na imprensa.
Com a decisão do Supremo, o Tribunal Regional Eleitoral do Pará pode convocar novas eleições para o Senado no estado. A soma dos votos obtidos pelo deputado Jader Barbalho e pelo terceiro colocado na disputa – o petista Paulo Rocha, também barrado pela ficha limpa – ultrapassam 50% dos votos válidos. Nesse caso, os votos são anulados, o que, pela legislação eleitoral, abre a possibilidade de realização de novas eleições.
“Primeiro temos que esperar decisão do TRE para depois nos pronunciar, nós TSE”, disse Lewandowski. "O que me preocupa agora é o processo do mesmo estado em relação à mesma vaga de senador", disse o presidente do STF, Cezar Peluso.
Regimento do Supremo
A alternativa dos ministros do STF, de manter a decisão contrária ao recurso de Jader, está prevista no regimento interno do Supremo e já havia sido sugerida na primeira vez que o tribunal analisou a ficha limpa, em setembro.
De acordo com o artigo 205 do regimento interno do STF, “havendo votado todos os ministros, salvo os impedidos ou licenciados por período remanescente superior a três meses, prevalecerá o ato impugnado”.
A possibilidade já havia sido aventada quando o STF analisou o recurso do ex-candidato do governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC). Ele também teve o registro negado pelo TSE por ter renunciado ao mandato de senador, em 2007, para escapar de cassação. Na apelação ao STF, o julgamento terminou empatado e Roriz desistiu da disputa eleitoral.
O STF está com um integrante a menos desde agosto, quando o ministro Eros Grau se aposentou. A indicação de um novo ministro é feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que não tem data para ocorrer.
Solução para o impasse
Após o empate no julgamento, o advogado de Jader, Eduardo Alckmin, propôs ao plenário a suspensão da análise do recurso para que ele fosse analisado na mesma sessão que vai decidir sobre recurso de Paulo Rocha.
Por 7 votos a 3, os ministros decidiram concluir o julgamento, mas a sugestão levou a uma discussão generalizada no plenário. "A questão já foi amplamente debatida. Durante 11 horas no primeiro julgamento e, agora, mais cinco [horas] e a proposta é que adie mais uma vez? Nós estamos aqui a brincar?", questionou o relator do recurso, Joaquim Barbosa.
Em meio ao debate, a ministra Ellen Gracie pediu que Marco Aurélio Mello concluísse o voto sobre a proposta da defesa. Ele respondeu em tom de ataque. “Vossa Excelência está presidindo este tribunal? Ministra, não me cobre definição. Se há alguém que se posiciona com coerência sou eu. Ou Vossa Excelência tem viagem marcada?”. A ministra rebateu o colega na mesma hora. "Ainda que tivesse, o respeito pelo tempo alheio é algo que se impõe."

Fonte: G1

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Em Recife militantes manifesta-se a favor da Lei da Ficha Limpa

Militantes vários partidos realizam na última terça feira a tarde, em Recife, um ato público em defesa da Lei da Ficha Limpa. Sindicalistas e políticos participam do ato simbólico, que será um abraço na sede do TRE. Entre os organizadores do evento está o deputado Paulo Rubem (PDT-PE), que ficou na suplência no primeiro turno das eleições.

Ele ficou em vigésimo lugar na coligação da Frente Popular, liderada pelo governador reeleito Eduardo Campos (PSB). A aliança fez maioria para a Câmara e elegeu os dois candidatos ao Senado. Rubens protesta porque perdeu para o ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe José Augusto Maia (PTB), que é considerado ficha-suja, segundo decisão por unanimidade do TRE.

Os manifestantes divulgam manifesto para que o TSE aceite a posição do TRE. Rubens é um dos 22 autores do projeto Ficha Limpa.

Fonte:extra.globo(modificado)

STF pode voltar a julgar Ficha Limpa na próxima semana

A Lei da Ficha Limpa pode voltar à pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) na próxima semana. O ministro Joaquim Barbosa liberou hoje para julgamento o recurso de Jader Barbalho (PMDB-PA) contra a decisão da Justiça Eleitoral que barrou sua candidatura com base na Lei da Ficha Limpa. A inclusão do processo na pauta da semana que vem depende, no entanto, do presidente da Corte, ministro Cezar Peluso.

Jader Barbalho teve votos suficientes para ser eleito senador pelo Pará. Porém, como seu registro foi negado pela Justiça por ter renunciado ao mandato de senador em 2001, para evitar um processo de cassação por quebra de decoro, seus votos foram considerados nulos.

De acordo com ministros do Supremo, Peluso ainda não decidiu se colocará o processo em pauta. Ele receia, conforme esses ministros, que se repita o impasse ocorrido no julgamento do recurso de Joaquim Roriz, que era candidato ao governo do Distrito Federal.

Na ocasião, cinco ministros votaram pela aplicação da lei nas eleições deste ano. Outros cinco ministros julgavam que a Ficha Limpa só provocaria efeitos a partir das eleições municipais de 2012. O empate levou Roriz a renunciar à candidatura. E o impasse até hoje permanece.

O STF ainda precisa decidir se a lei poderia ou não ter sido usada pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para barrar a candidatura dos políticos considerados fichas suja.

Fonte: Estadão

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Ficha Limpa pode tirar do Senado campeões de voto em dois Estados

Quase uma semana depois do primeiro turno da eleição, realizado no último domingo (3), três candidatos ao Senado ainda aguardam um posicionamento da Justiça para saber se poderão assumir os cargos para o qual foram virtualmente eleitos.

J
ader Barbalho (PMDB), Paulo Rocha (PT) e Cássio Cunha Lima (PSDB) tiveram o registro de candidatura negado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, que tira das eleições políticos condenados por mais de um juiz (órgão colegiado) ou que tenham renunciado ao cargo para escapar da cassação. Os três recorreram, mas ainda esperam uma definição.

A situação mais complexa ocorre no Pará. Lá, o senador eleito em primeiro lugar foi o tucano Flexa Ribeiro, que obteve 1,8 milhão de votos.

A segunda vaga, em tese, ficaria com Jader Barbalho, dono de 1,79 milhão de votos. Ocorre, no entanto, que o peemedebista foi enquadrado na Ficha Limpa por ter renunciado ao mandato de senador em 2001 para escapar de uma eventual cassação.

Originalmente, Jader foi autorizado a concorrer pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Pará, mas o Ministério Público recorreu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que reverteu a decisão, barrando o candidato. O peemedebista pode ainda tentar uma reviravolta no STF (Supremo Tribunal Federal), que determinará se a Lei da Ficha Limpa deve ou não ser aplicada na eleição deste ano.

No entanto, como o caso ainda está na Justiça, o TSE optou por “engavetar” os votos dados a Jader até que saia uma decisão definitiva do Supremo - o chamado trânsito em julgado.

Com o candidato do PMDB fora da disputa, a segunda cadeira de senador caberia ao petista Paulo Rocha, mas ele também foi enquadrado na Ficha Limpa. Rocha renunciou ao mandato de deputado federal em 2005 sob a acusação de envolvimento no escândalo do mensalão.

O petista obteve 1,73 milhão de votos, que também permanecerão em suspenso até que a Justiça decida, em caráter definitivo, se ele podia ou não ter sido candidato.

Com o vácuo, a cadeira acabou ficando com Marinor Brito, do PSOL, quarta colocada na eleição, com pouco mais de 727 mil votos.

Nova eleição


De acordo com o TSE, existe a possibilidade de a eleição para o Senado no Pará ser impugnada caso o Supremo entenda que a Lei da Ficha Limpa deve ser aplicada neste ano.

Se isso ocorrer, os votos de Jader Barbalho e Paulo Rocha serão anulados. Mas, como os dois, juntos, receberam mais da metade dos votos, uma nova eleição poderia ser realizada.

Na Paraíba, o tucano Cássio Cunha Lima está na mesma situação. Embora tenha conseguido mais de 1 milhão de votos, o que lhe garantiria uma vaga de senador, ele aguarda decisão do TSE.

Cunha Lima foi enquadrado na Ficha Limpa pelo TRE-PB porque teve o mandato de governador cassado em 2009 por abuso de poder econômico e político.

Como o tucano, que foi o mais votado no Estado, ficou de fora, os senadores eleitos na Paraíba são, até o momento, Vitalzinho (PMDB), com 869 mil votos, e Wilson Santiago (PMDB), com 820 mil.

Fonte: R7

sábado, 9 de outubro de 2010

Participe também.

Todos nós fazemos parte de uma só nação, de uma só familia e só unidos conseguiremos a melhoria do nosso país.
Não podemos esquecer a força que temos, a Ficha Limpa graças aos nossos esforços hoje não é só um projeto é Lei e não podemos deixar os "fichas sujas" mudarei a nossa lei e outras tantas coisas que fizemos juntos.

Por isso que agora vamos ter no Blog o "Eu tampem faço parte", para participar é só mandar um email para mazinharf@gmail.com, escrevendo a sua opinião(podendo ser a favor ou contra) sobre os projetos, leis e temas gerais do Brasil. Pode escrever maneiras que você acha que podem ajudar, ideias de novas leis.
Qualquer coisa porque você faz parte e tem o direito de expressar sua opinião.

Toda semana 1 texto vai ser postado aqui no Blog. Participe, mostre que você também quer viver em um país melhor.

Obrigada,
Marina :)

Até agora 32 impugnados pela Ficha Limpa no TSE

Dos 68 processos já julgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até essa sexta-feira (8), relativos à aplicação da Lei da Ficha Limpa, 32 foram julgados contra as candidaturas.

Cinco já foram enviados para apreciação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com a Agência Brasil, o mais recente a ser encaminhado à mais alta corte da Justiça brasileira, foi de Jader Barbalho (PMDB), que concorre ao Senado pelo Pará.
Até essa sexta, o TSE havia recebido 177 recursos relativos à aplicação da Lei da Ficha Limpa.

Fonte: CapitalNews

Instituto dos Advogados do Brasil quer aplicação da Ficha Limpa

O Instituto dos Advogados do Brasil (IAB) - com o apoio do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Célio Borja - defendeu a aplicação imediata da Lei da Ficha Limpa. Para Borja, a lei não viola o princípio da presunção de inocência e defendeu sua aplicabilidade nas eleições ainda deste ano. A entidade vai enviar aos ministros do STF, além da Câmara, do Senado e da OAB.

O artigo 16 da Constituição prevê que qualquer lei entra em vigor a partir da data de sua publicação. Borja ressaltou ainda a importância de se não “judicializar” decisões políticas. “Gostaria de chamar a atenção para a gravidade de se transformar o STF no tutor de todos os poderes do Estado. É preciso evitar a hipertrofia do poder dos juízes sobre as atividades legislativas”, alertou

Fonte: Extraonline

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Dos 175 processos, já foram julgados 67.

O Tribunal proclamou o resultado das eleições presidenciais. Paulo Rocha foi barrado pela lei da Ficha Limpa, mas pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal.
Mais informações no vídeo.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Presidente da TSE diz que julgamento de ‘fichas sujas’ terão prioridades

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, afirmou nesta segunda-feira (4) que os casos de candidatos que tiveram os registros indeferidos terão prioridade nos julgamentos. Em entrevista, o ministro informou que a Lei da Ficha Limpa pode modificar o resultado das eleições para o Senado no Pará, Paraíba e Amapá.

“Estamos dando prioridade absoluta para o julgamento de candidatos que tiveram os registros indeferidos. Se tudo der certo, teremos definido antes da diplomação”, disse o ministro.

No caso do Pará, dois candidatos barrados pela ficha limpa tiveram votos suficientes para serem eleitos: Jader Barbalho (PMDB) recebeu 1.799.762 votos, e Paulo Rocha (PT) teve 1.733.376. O problema é que os votos dos candidatos que tiveram registro indeferido são considerados nulos e isso faz com que o Pará possa ter 57,24% dos votos na eleição do Senado anulados. Segundo a lei, nesse caso deveriam ser feitas novas eleições.

“No caso do Pará, a lei em tese estabelece que se houver maioria de votos nulos será feita nova eleição, mas claro que cada estado tem suas peculiaridades e o TRE decidirá em face dos distintos processos que está analisando. É possível que o processo tenha alguma particularidade que motive uma interpretação diferente do TSE”, afirmou Lewandowski. Segundo ele, não há prazo definido para que o tribunal regional decida sobre o caso.Questionado sobre a possibilidade de um novo pleito, o presidente do TSE afirmou que é preciso aguardar a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do estado, responsável por proclamar o resultado da eleição para senador.

Mais cedo o TRE-PA informou ao G1 que vai aguardar uma definição do Supremo Tribunal Federal (STF) até a data da diplomação, 17 de dezembro.

Proclamação
Segundo o presidente do TSE, a expectativa é que a proclamação oficial do resultado das eleições seja feita na sessão do plenário nesta terça-feira (5). A propaganda no rádio e na televisão dos candidatos que concorrem ao segundo turno das eleições começa 48 horas após a proclamação do resultado do primeiro turno.

“Há um processo formal para que isso aconteça, sorteamos ministros relatores das diferentes regiões que vão examinar os resultados das eleições, há prazos para impugnações que precisam ser respeitados”, disse.

Fonte: g1

domingo, 3 de outubro de 2010

Confira os votos dos Governadores, Senadores e Presidente em cada estado

Confira os votos dos Governadores, Senadores e Presidente em casa estado.
Alguns lugares faltando menos de 2% para serem apurados todos os votos. Mesmo assim todos já estão decididos.

Confira clicando AQUI

Apuração dos votos 2010

26 candidatos fazendo "boca de urna" foram presos hoje.

O ministro do Tribunal Federal Eleitoral (TSE), Arnaldo Versiani, informou neste domingo (3) que, até às 14h30, 26 candidatos foram presos nessas eleições.

Das prisões, 15 foram por boca de urna, uma por divulgação de propaganda, uma por compra de votos, uma transporte ilegal de eleitores e oito por outros motivos.

De acordo com o TSE, a maioria das prisões de candidatos aconteceu no Mato Grosso. Foram 16 candidatos presos no estado. Foram registradas também quatro prisões em Sergipe, duas em Goiás, duas no Ceará e uma em Santa Catarina e outra no Distrito Federal.

Segundo Versiani, os candidatos presos devem ficar sob custódia, provavelmente, até o fim do dia. "A menos que consiga uma liberação [antes disso]. Seus votos são comptuados normalmente", declarou ele. O ministro do TSE informou, porém, que dependendo do crise que foi cometido, o candidato pode até ficar mais tempo sob custódia.

"O objetivo é impedir que a prática que deu origem a prisão continue a ser praticada. Se, com isso, a autoridade verificar que liberando a pessoa, [o crime] não mais ocorrerá, liberará. Se entender que representa um mal para o processo eleitoral, fica em custódia até o fim da votação", informou Versiani

Fonte: G1

Encerrada a votação para presidente do Brasil no exterior

As urnas no Japão, China, Nova Zelândia, Austrália, Cingapura, Coréia do Sul, Filipinas, Hong Kong, Indonésia, Malásia, Tailândia, Taiwan, Timor Leste, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes, Hungria, Índia, Israel, Jordânia, Noruega, República Tcheca, Romênia, Rússia e Turquia já foram fechadas, de acordo com balanço distribuído pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De acordo com o TSE, 200.392 eleitores residem no exterior e requereram a transferência do título eleitoral para estes países, estando assim aptos a votar. O maior eleitorado no exterior é nos Estados Unidos, onde 66 mil eleitores se cadastraram para votar.

O número de brasileiros aptos a votar no exterior é maior do que nas eleições anteriores. Em 2006, foram 86.360 eleitores. Em 2002, foram 69.937 eleitores.

Os brasileiros que vivem na Nova Zelândia foram os primeiros a começar a votar, ainda às 16 horas de sábado (2), no horário de Brasília. Os últimos a votar no exterior são os eleitores que moram em São Francisco, nos Estados Unidos, que começam a votar às 12 horas deste domingo (3), no horário de Brasília.

O eleitor que se cadastrou para votar no exterior e não estiver no país informado no dia da eleição deverá também justificar o voto. Se não votar nem justificar ele estará sujeito às mesmas penalidades dos eleitores que residem no Brasil.

Fonte: g1

Roriz recebe vaias em zona eleitoral

Weslian Roriz, candidata do PSC ao governo do Distrito Federal, foi vaiada por um grupo de pessoas na zona eleitoral em que votou neste domingo (3), no Núcleo Bandeirante, cidade-satélite a 15 quilômetros do centro de Brasília. Weslian substituiu na disputa pelo cargo o marido Joaquim Roriz, que renunciou à candidatura após ter sido barrado pela Lei da Ficha Limpa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

"Não me incomodam [as vaias]. Isso não me chateia. Graças a Deus tive boa formação", afirmou. Após votar, Weslian disse acreditar na vitória já no primeiro turno. "Vamos vencer no primeiro turno". Questionada sobre o papel de Joaquim Roriz em seu eventual governo, Weslian disse que tem capacidade para exercer a função por conta própria. "Acredito que ele vai ser um bom conselheiro para mim, mas eu tenho certeza da minha força e da minha capacitação", afirmou.

Ao votar, Weslian deixou a cabine e foi alertada pelo mesário que o procedimento não estava concluído. Ela, então, voltou à cabine e concluiu o voto.

O registro da candidatura de Weslian foi aprovado somente neste sábado (2). Por 4 votos a 3, os integrantes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) liberaram o registro de Weslian.

Após votar, Weslian acompanhou Joaquim Roriz, no mesmo veículo, até a zona eleitoral em que ele votaria. Roriz foi à seção sozinho, enquanto Weslian aguardava no veículo. Ao sair da zona eleitoral, Roriz fez comentários sobre a candidatura de sua mulher: "No fim, peguei a bola, botei no bolo e minha mulher chutou. E ela marcou o gol".

Sobre a participação em um eventual governo Weslian, Joaquim Roriz disse que está aguardando um convite. "Ela ainda não me convidou, é uma pessoa muito reservada. Mas se houver convite, eu vou aceitar".

Joaquim Roriz, teve o registro de candidatura negado pelo TRE-DF, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF). Após dois dias de sessão, o julgamento no STF terminou em empate de 5 votos a 5. Barrado pela ficha limpa, ele renunciou à disputa pelo governo do DF, no dia 24 de setembro.

Fonte: G1

Ricardo Lewandowski aconselhou os eleitores a votarem Limpo.

Um dos principais defensores da Lei da Ficha Limpa, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, aconselhou os eleitores a escolherem quem tem passado limpo e a não desperdiçarem seus votos. "Façamos das Eleições de 2010 uma das mais limpas de nossa História", disse o ministro durante pronunciamento transmitido esta noite em cadeia de rádio e televisão. "Vamos selecionar com muito cuidado aqueles que irão nos representar no Executivo e no Legislativo, valorizando os que tenham um passado limpo, apresentem as melhores propostas e estejam verdadeiramente comprometidos com o bem comum", disse.

Ele lembrou que o direito de votar foi reconquistado num passado ainda recente pelos brasileiros e que não deve ser desperdiçado. "Não vamos desperdiçar inutilmente o nosso voto, transformando-o num inconsequente ato de protesto", afirmou.

Lewandowski aconselhou os eleitores a não se iludirem com promessas irrealizáveis e a não venderem seus votos. "Receber alguma recompensa material em troca do voto, além de ser moralmente reprovável, constitui um crime previsto na legislação eleitoral", disse.

O presidente do TSE orientou os eleitores a levarem uma cola com os números de seus candidatos: "Não podemos esquecer também de anotar em um papel o número dos candidatos que escolhemos para facilitar a digitação dos votos na urna eletrônica. Trata-se de uma providência bastante útil e perfeitamente legal. Essas anotações, porém, não deverão ser mostradas para ninguém, pois o voto é pessoal e secreto."

No pronunciamento, Lewandowski afirma que o ato de votar não deve ser encarado apenas como o cumprimento de uma formalidade. "Corresponde ao exercício de um dever cívico da maior importância. Representa uma preciosa oportunidade que os cidadãos têm de refletir, de tempos em tempos, sobre os destinos de seu País, conferindo um mandato, por prazo certo, àqueles que consideram mais preparados para dirigi-lo em nome de todos.

Fonte: Abril

sábado, 2 de outubro de 2010

O candidato que tiver registro cassado, terão seus votos anulados, diz TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na noite desta sexta-feira (1) divulgar os votos recebidos pelos candidatos barrados pela Justiça. A publicidade acontecerá de forma separada do resultado oficial da eleição. Entre os candidatos com registro indeferido estão alguns considerados “ficha suja”. Ao todo, o TSE já recebeu 1,9 mil recursos de candidaturas impugnadas.

A proposta de divulgar os votos de candidatos que tiveram o registro indeferido foi levada ao plenário pelo presidente Ricardo Lewandowski. O pedido para que se divulgasse os votos partiu do PP. O presidente do TSE conversou com a área técnica do tribunal e sugeriu a divulgação dos votos no site do tribunal após a totalização oficial dos votos.

Os votos dos candidatos barrados serão divulgados de forma separada, sem que se misture estes votos com os dos outros que disputam a eleição. Estes votos também não serão computados na hora de se proclamar o resultado das urnas. Se posteriormente o candidato obtiver na justiça uma decisão que libere seu registro, os votos serão incluídos dentro da totalização oficial.

O ministro Marco Aurélio Mello foi o único que questionou a regra. Ele entende que os votos deveriam ser divulgados juntos. Alertado que a área técnica disse não mais ser possível fazer mudança nos sistemas, ele acompanhou a decisão da divulgação em separado.

Até as últimas eleições, os votos em candidatos nessa situação iam para a legenda, ou seja, eram contabilizados na hora de calcular quantas vagas cada partido teria no Congresso, por exemplo. Uma mudança na legislação, porém, determinou que esses votos sejam considerados nulos.

O ministro Marco Aurélio, porém, já adiantou que pretende questionar essa mudança. Ele sugeriu que a alteração não teria força para “derrubar” o código eleitoral neste aspecto. Marco Aurélio disse que pretende ainda discutir este tema em plenário em outra ocasião.

Fonte: G1

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Cola eleitoral

Clique AQUI e imprima e preencha com os dados dos candidatos.


Vergonhoso não é levar uma cola, vergonhoso é esquecer em quem votar.
Fique atento nos números que você ira preencher, o futuro desse país só depende de você.

Não vote em Branco, vote NULO

Veja o vídeo e saiba como votar Nulo e qual a diferença entre Votar em Branco ou Votar Nulo.

Lei da Ficha Limpa deve ser votada após as eleições

Presidente da OAB e professor da UERJ comentam a falta de decisão do STF sobre a Lei da Ficha Limpa. Alexandre Garcia afirma que a eleição carece de certezas jurídicas.


terça-feira, 28 de setembro de 2010

Relator diz que ministros do querem sair do impasse sobre ficha limpa

O relator do recurso do ex-candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, afirmou nesta segunda-feira (27) que os ministros querem buscar uma solução para o empate, em 5 votos a 5, resultado do julgamento sobre o registro de Roriz e a validade da Lei da Ficha Limpa.

“Todos nós ministros queremos é sair desse impasse. Vamos ver que fórmula encontraremos de saída desse impasse. Vamos aguardar. O importante é que vamos sair do impasse”, afirmou Ayres Britto. O julgamento será retomado nesta quarta-feira (29).

Barrado pela ficha limpa pelo Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Roriz recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF). Após dois dias de sessão, a votação sobre o registro de candidatura de Roriz e a validade da ficha limpa terminou empatada e o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, decidiu interromper o julgamento.
Quatro vezes governador do DF, ele foi impugnado porque renunciou ao mandato de senador, em 2007, para escapar de um processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado. A Lei da Ficha Limpa veta candidatura de políticos condenados em decisões colegiadas ou que tenham renunciado a mandato eletivo para escapar de cassação.

Diante da indefinição do STF, na última sexta-feira (24), Roriz desistiu de concorrer e o partido anunciou como substituta a mulher dele, Weslian Roriz. Com a desistência de Roriz, para alguns ministros do STF, o recurso teria perdido o objeto e deveria ser arquivado.
Segundo o relator do caso, o chamado voto de qualidade – que desempataria o julgamento – não precisaria necessariamente seguir a mesma linha já demonstrada por Peluso.Entre as alternativas para solucionar o impasse, já rejeitada por Peluso, seria o voto de desempate do presidente do STF, que durante o julgamento se posicionou a favor do registro de Roriz e contra a aplicação da ficha limpa.
“Se ele [Peluso] tiver direito aos dois votos, o voto de qualidade obedece a outros parâmetros. Ele pode descoincidir com o voto de quantidade. Então ninguém estranhe se, por exemplo, ele decidir votar e votar numa outra direção”, disse Ayres Britto.
Outra saída seria aguardar a nomeação de um novo ministro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desde agosto, quando Eros Grau se aposentou, o plenário está com 10 titulares. Além disso, há ministros que defendem a manutenção do entendimento do TSE, segundo o qual a ficha limpa vale para este ano.

Validade

Em visita ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), nesta segunda-feira, o ministro do STF e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), voltou a defender a validade da ficha limpa para estas eleições.

Lewandowski disse que, enquanto não houver a nomeação do novo ministro do STF, “esse impasse continuará valendo”.“A jurisprudência do TSE é amplamente majoritária no sentido de que a lei vale para essas eleições e que se aplica a fatos pretéritos. Esse entendimento prevalece até que o Supremo eventualmente o modifique. É importante assinalar que até o momento essa lei não foi considerada inconstitucional, não foi derrubada no STF. A constitucionalidade está confirmada por seis a quatro. Se o novo ministro for contra, no máximo teremos seis a cinco, ou seja, não tem como ser considerada inconstitucional”, disse o presidente do TSE.

Fonte: O Globo

Homem faz greve de fome pela validade do Ficha Limpa


André Luiz dos Santos é de Ponte Nova (MG) e chegou a Brasília nesta segunda-feira (27) para começar uma greve de fome que, segundo ele, se prolongará até que o Supremo Tribunal Federal (STF) chegue a uma decisão sobre a validade da Lei da Ficha Limpa nas eleições deste ano. "Acho que a lei veio para moralizar o processo, mas se não valer para estas eleições, vamos atrasar o progresso em quatro anos", disse André

Fonte: G1

PGR defende arquivamento do recurso depois de renúncia de Roriz

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, encaminhou nesta terça-feira (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer em que opina pelo arquivamento do recurso sobre o registro de candidatura de Joaquim Roriz (PSC), que concorria ao governo do Distrito Federal.

Barrado pelo Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa, Roriz recorreu ao STF. Diante de um empate do julgamento no Supremo, na última sexta-feira (24), ele renunciou à candidatura e desistiu da apelação.

O procurador-geral é contra a tese de que, por causa da implicação em outros casos, os ministros deveriam continuar a analisar o processo de Roriz. “O caso a ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal em sede de apelo extraordinário, ainda que se cuide, presente a repercussão geral, de recurso representativo da controvérsia, encerra discussão de índole individual”, afirmou Gurgel.No parecer, Gurgel afirma que depois da renúncia do candidato o processo perdeu o objeto central da discussão e deve ser arquivado. No entanto, antes de interromper o julgamento do recurso de Roriz, os ministros do STF aprovaram a chamada repercussão geral, determinando que a decisão sobre o caso servirá de precedente para processos semelhantes em instâncias inferiores.

Gurgel afirmou ainda que o STF terá oportunidade de se pronunciar sobre a Lei da Ficha Limpa em outros casos. “Havendo desistência deste caso específico, outros seguirão o rito do curso repetitivo, sem prejuízo da formulação de uma orientação do Supremo Tribunal Federal quanto à matéria de direito existente nos múltiplos recursos sobre o tema”, afirmou o procurador-geral.

A expectativa é que o plenário do Supremo decida na sessão desta quarta-feira (29) se continua ou não a julgar a ficha limpa a partir do recurso de Roriz. Mais cedo, o PSOL do Distrito Federal protocolou no STF pedido para que seja retomada a discussão da ficha limpa. Segundo o PSOL, o fato de o processo tratar de “questões relevantes política, social e jurídica” ultrapassa o interesse do candidato.

O caso

Roriz foi impugnado porque renunciou ao mandato de senador, em 2007, para escapar de um processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado. Na última sexta-feira (24), depois do ex-governador ter desistido da disputa, a coligação indicou a mulher dele, Weslian Roriz, para concorrer ao governo do DF.

A ficha limpa prevê a inelegibilidade de candidatos que renunciaram a mandato para evitar processo de cassação ou que tiveram condenação por órgão colegiado. Com base na norma, Roriz estaria inelegível durante o restante do mandato e nos oito anos seguintes. Dessa forma, o ex-governador não poderia se candidatar até 2023, quando terá 86 anos.

Fonte: G1

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Um desrespeito ao povo brasileiro.

Deu empate no Supremo Tribunal Federal. O julgamento que deveria decidir se aLei da Ficha Limpa vale ou não para as eleições deste ano acabou em impasse.

Dois dias de julgamento. Cinco votos a favor, cinco contra. E agora?

Uma das hipóteses era adiar a decisão até que um ministro que se aposentou recentemente fosse substituido. Ou que o presidente do Supremo Tribunal Federal votasse duas vezes para desempatar.

“Não tenho vocação para déspota nem acho que meu voto vale mais do que o de qualquer dos outros ministros”, disse o presidente do supremo, Cezar Peluzo.

A uma hora da manhã desta sexta-feira o julgamento foi suspenso. Ficou sem resultado. E não tem data marcada pra ser retomado.

O impasse: a Lei da Ficha Limpa deve valer já nas próximas eleições ou só em 2012?

“Nós vamos segurar pela cauda a eficácia de uma lei concretizadora da moralidade?”, disse o ministro Carlos Ayres Britto.

“A chamada Lei da Ficha Limpa nascida de um legítimo movimento de iniciativa legislativa popular presta inequívoca homenagem aos princípios da probidade administrativa e da moralidade”, defendeu o ministro Ricardo Lewandowski

Para os que votaram contra a lei, mudar as regras do jogo agora atrapalha o processo eleitoral. Mesmo sendo uma iniciativa popular.

“Se a iniciativa popular tornasse inútil a nossa atividade, melhor fechar o Supremo Tribunal Federal”, disse o ministro Gilmar Mendes.

“O caso inegavelmente aqui repercute no processo eleitoral, nas forças políticas em disputa. Surpreendendo estas forças e gerando um desequilíbrio”, disse o ministro Marco Aurélio Mello.

Enquanto não sai a decisão, Joaquim Roriz e todos os candidatos que estão na mira da Lei de Ficha Limpa podem concorrer às eleições, mas correm o risco de perder os cargos se o Supremo decidir que a lei deve valer imediatamente.
Uma sessão extraordinária está marcada para a próxima segunda-feira (27), mas não está claro se a Lei da Ficha Limpa será julgada.

Assista o video(da Globo news) explicando o que aconteceu na votação de ontem.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Faltando um ministro, STF pode ter empate no julgamento da ficha limpa

O julgamento sobre a validade da Lei da Ficha Limpa nas eleições deste ano pode terminar empatado devido ao número de ministros que julgam o recurso do candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) sobre o assunto.

Com a aposentadoria de Eros Grau, em agosto passado, dez ministros integram o plenário nesta quinta-feira (23). De acordo com a Constituição, é necessário o mínimo de seis votos para se decidir sobre matérias constitucionais. Até as 22h, cinco ministros haviam votado pela validade da lei em 2010 e dois pela aplicação da norma apenas nas próximas eleições.

Pouco antes de deixar o plenário para um intervalo pedido pelo ministro Cezar Peluso, às 21h30, o ministro Ricardo Lewandowski considerou a hipótese de empate. Nesse caso, segundo ele, o plenário terá de decidir o que fazer. Com a aposentadoria de Eros Grau, em agosto passado, dez ministros integram o plenário nesta quinta-feira (23). De acordo com a Constituição, é necessário o mínimo de seis votos para se decidir sobre matérias constitucionais. Até as 22h, cinco ministros haviam votado pela validade da lei em 2010 e dois pela aplicação da norma apenas nas próximas eleições.

Pouco antes de deixar o plenário para um intervalo pedido pelo ministro Cezar Peluso, às 21h30, o ministro Ricardo Lewandowski considerou a hipótese de empate. Nesse caso, segundo ele, o plenário terá de decidir o que fazer.

Segundo o regimento interno da Corte, o presidente do STF, Cezar Peluso, tem a prerrogativa de desempatar o placar. Desde que foi instituído, em dezembro do ano passado, o voto de desempate ainda não foi utilizado pelo Supremo.

Outra opção prevista no regimento é interromper o julgamento e aguardar a indicação pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, de um novo ministro para ocupar a cadeira deixada por Eros Grau.

Os ministros podem ainda optar por uma terceira possibilidade, prevista nas regras da Corte: com o empate, considerar como resultado do julgamento a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contrária ao pedido do recurso, ou seja, a favor da validade da ficha limpa.

Fonte: G1

Assista o julgamento da Lei Ficha Limpa no STF.

Assista agora(ao vivo) o julgamento da Lei Ficha Limpa no STF.

Clique AQUI para assistir.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

NÃO eleja Deputado TARJA PRETA.

O projeto do Ato Médico afronta a autonomia dos profissionais da saúde e impede o seu livre acesso a esses serviço.

Clique AQUI e aperte no seu estado e veja quais foram os deputados federais(com foto) de sua região que votaram a favor o PL do Ato Médico.

Já está na hora de renovar esse país, saiba o passado dos seus candidatos.
A favor o PL do Ato Médico? Não vote.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Calendário Eleitoral

23 setembro
Título: Último dia para o eleitor pedir a segunda via do título eleitoral
30 setembro
Rádio e TV: Último dia da propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão
Debates e campanha: Último dia para debates, comícios e propaganda por meio de aparelhos de som fixos (entre 8h e 24h) e de páginas institucionais na internet
1 outubro
Eleitor: Último dia para a divulgação para de propaganda eleitoral na imprensa escrita
2 outubro
Propaganda eleitoral: Último dia para a promoção de caminhada, carreata, passeata ou carro de som, distribuição de material de propaganda
03 outubro
Votação em primeiro turno em todo o Brasil, entre 8h e 17h
16 outubro
Rádio e TV: Data limite para o começo da propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão
29 outubro
Rádio e TV: Último dia da propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão
Campanha: Último dia para propaganda eleitoral em veículos de imprensa escrita, em páginas institucionais na internet e para a realização de debates
31 outubro
Votação em segundo turno entre 8h e 17h

Ficha Limpa corre perigo!!

A Ficha Limpa corre sério risco. Candidatos corruptos, barrados das eleições de outubro, estão apelando para o Supremo Tribunal Federal (STF) questionando a “constitucionalidade” da lei. Se eles ganharem todos os candidatos corruptos que conseguimos banir, serão liberados para disputar as eleições de outubro.

O STF está dividido, alguns juízes defendem a aplicação imediata da Ficha Limpa, mas os outros estão dizendo que a lei só deverá valer para 2012. Eles irão julgar a constitucionalidade da Ficha Limpa a qualquer momento. Nós precisamos agir rápido e deixar claro para os juízes do STF que a sociedade civil brasileira lutou arduamente para passar a Ficha Limpa e queremos que ela seja válida para as eleições de outubro!

Assine a petição ao STF pedindo a validação da lei Ficha Limpa. A petição será entregue diretamente ao Presidente do STF em alguns dias!

Graças à Ficha Limpa, mais de 242 candidatos notoriamente corruptos foram barrados das eleições de outubro. Esta lei simboliza uma melhoria imensa na qualidade dos nossos governantes. Porém, em uma medida desesperada para permanecer no poder, os candidatos banidos estão recorrendo ao STF para julgar a Ficha Limpa inconstitucional, a fim de concorrer nas eleições de outubro.

A Ficha Limpa é uma das leis mais democráticas do país, sendo introduzida e aprovada por um esforço da sociedade civil brasileira sem precedentes. Ela se tornou um símbolo de esperança por um governo livre da corrupção. Percorremos um longo caminho pressionando o Congresso, com telefonemas, e-mails e mobilização popular, agora precisamos nos certificar que o STF irá defender a vontade dos brasileiros e não dos corruptos.

Clique AQUI e Assine a petição agora para garantir a validade da Ficha Limpa em outubro.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Ficha limpa barrou 242 candidaturas.

Com o encerramento dos julgamentos de candidaturas por parte das cortes eleitorais regionais, chega a 242 o número de registros negados com base na Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10). Os indeferimentos estão distribuídos por 24 unidades da federação. Esta quantidade, nos estados, pode ser modificada com a análise de recursos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O estado com o maior número de candidatos barrados pelas novas regras de inelegibilidade foi São Paulo. O maior colégio eleitoral do país teve 39 registros negados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TER-SP). O caso mais emblemático entre eles é o do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP). Ele, que tenta a reeleição à Câmara dos Deputados, acabou enquadrado na Ficha Limpa por conta de uma recente condenação por improbidade administrativa.

Depois de São Paulo, vem o Ceará, com 29 indeferimentos, e Rondônia (24). O TRE de Rondônia barrou, entre outros, o candidato ao governo local Expedito Junior (PSDB). O tucano foi condenado ano passado pelo TSE por conta de irregularidades na campanha ao Senado de 2006. Expedito teve o mandato cassado e a perda dos direitos políticos por três anos decretada, na época, por compra de votos e abuso de poder econômico no pleito.

Minas Gerais, inicialmente, barrou 16 candidaturas. Porém, o candidato a deputado federal Silas Brasileiro (PMDB) conseguiu no Superior Tribunal de Justiça (STJ) a suspensão dos efeitos da condenação por improbidade administrativa que ele sofreu. O Ministério Público estadual entrou com ação contra o deputado e argumentou que ele, na época em que era prefeito de Patrocínio, pagou duas vezes pela construção do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais.

Com a suspensão da condenação até julgamento posterior, o peemedebista está liberado para concorrer. Desta maneira, Minas Gerais teve 15 registros negados. Este é o mesmo número de Pernambuco. Entre os barrados, está o deputado Charles Lucena (PTB), que busca mais quatro anos na Câmara. Recurso apresentado pelo candidato começou a ser julgado no TSE na quarta-feira (8). No entanto, acabou adiado por um pedido de vista.

Após Pernambuco, vêm os estados da Paraíba (12), Goiás (11), Rio de Janeiro (11), Acre (9), Alagoas (7), Bahia (7), Piauí (7) e Espírito Santo (6). Mato Grosso e Rio Grande do Sul tiveram cinco indeferimentos cada, enquanto Amapá, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Roraima, Santa Catarina e Tocantins quatro por estado. Fecham a lista o Distrito Federal (3) e Sergipe (2).

Fonte: primeiraedicao.com.br

STF pode votar a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa antes das eleições.

O STF (Supremo Tribunal Federal) pode votar a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa ainda neste mês. A 24 dias das eleições, muitos candidatos barrados pela Justiça Eleitoral com base na regra ainda não sabem se poderão concorrer.

Pelo menos três deles recorreram ao Supremo e alegaram que a lei é inconstitucional porque foi ditada a cinco meses da eleição, e não um ano antes, como prevê a carta magna. Se o julgamento não for realizado antes das votações, os candidatos impugnados poderão concorrer e até vencer.

O problema, no entanto, pode vir depois. Sem a definição da justiça, eles não poderão ser diplomados nem tomar posse dos cargos, caso eleitos. De acordo com a advogada Luciana Lóssio, haverá, neste caso, a dúvida de quem poderá ser diplomado para os cargos destes políticos. “Seria o segundo colocado, convocariam novas eleições?”, afirmou a especialista.

No entanto, o presidente do STF, Cezar Peluso, afirmou nesta quinta-feira que o julgamento deve ser feito antes da votação.

Fonte: Band